bem mais uma violência domestica vivida bem de perto, e mais uma com algumas coisas “interessantes” de se descreverem, chegamos ao local e sem saber bem se era ali vemos um sr negro e perguntamos se tinha sido ali que tinham pedido a nossa presença, e ele diz que ele não mas se calhar a mulher , mas tudo isto na descontra, diz-nos para entrar em casa e la falamos com a sr que diz ter sido vitima de violência domestica, a mesma afirma que o seu marido lhe deu um murro no pescoço , e visivelmente não se ve nada, mas é provável que sim, e a mesmo trancou-se no quarto e o sr tentou abrir a porta com uam chave de fendas no entanto não conseguiu, ele muito calmo diz que nunca bateu nela e que é mentira, diz também morar ali a 8 anos e a policia nunca foi ali por causa dele, e tal e tentamos apercebermo-nos melhor das coisas, vivem juntos a 15 anos tem 3 filhos em comum e ele continua a dizer que nunca lhe bateu e diz também que a mulher sempre tem razão nestes casos e tal e coisa, por vezes não deixa de ter razão, pois normalmente a vitima é sempre a mulher, no entanti tentamos fazer com que ele perceba que na nosso presença nada se passou e so tamos ali a tentar perceber o que se passou e so escrevemos aquilo que ambos dizem, e tentamos apoiar e ajudar as duas pessoas, e ele diz que ela so ta a fazer aquilo porque tem ciúmes e acha que ele tem outra… e ela diz que é verdade que ele tem outra e não sei que não sei que mais , e nos nestes casos perguntamos sempre se existem armas, e quando perguntamos isso ele e ela disseram prontamente que sim, ele diz que tem mas que a mulher escondeu dele, o mesmo afirma ter comprado porque a um ano se tinha chateado com um vizinho e diz que era para se defender, mas diz a ela para nos dar, e nos também já lhe tínhamos pedido a ela para nos a dar, tudo isto se passava num ambiente calmo, ele muito tranquilo por acaso e muito educado, depois de um bom dialogo para tentar resolver os problemas existentes e tentar mostrar aos dois que o melhor caminho é conversar e tal e coisa numa de padres, psicólogos etc etc tudo quase menos policia mas pronto , la nos íamos a dirigir para a esquadra quando um dos meus colegas diz ao sr , a ver se , se entendem, chatices todos temos mas quando estamos mal, é com elas que nos contamos, e ele coitado nem conseguiu dizer uma palavra e começa a chorar bem um momento daqueles … e la o cumprimentamos e os deixamos a sós em paz e sossego e claro apreendemos a arma ilegal …
um caso que aparentemente com calma se pode resolver na boa ate porque 15 anos não são dois dias…
segunda-feira, 21 de julho de 2008
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